Poesia ()por Colectivo Penêdo 37)
Dia 18 de Fevereiro de 2026, quarta-feira, pelas 21h00.
Evento periódico, a repetir-se em todas as terceiras quartas-feiras de cada mês.
A Livraria Traga-Mundos volta a afirmar-se como casa da palavra dita e escutada, na cidade de Vila Real, em Portugal.
Renova-se o grupo que se junta para partilhar poesia. Não se trata de exibição, mas de comunhão. Cada participante traz o que é seu, um livro antigo, um caderno manuscrito, um poema guardado na memória. A palavra passa de boca em boca, como sempre passou, firme, inteira, sem artifícios.
Miguel Batalha evoca o chocalhar de Podence, o frio agreste, o crepitar das fogueiras e o eco pagão que atravessa a noite. Entre o inverno e a esperança, a poesia surge como abrigo e como resistência. Na quarta-feira, às 21h00, a livraria torna-se esse espaço raro onde ainda se escuta com atenção e se fala com verdade.
Tragam os vossos textos, os vossos livros, a vossa vontade de ler e de ouvir. A poesia não é mercadoria, é herança. E herança não se desperdiça.
Cartaz com artes de Santos do Monte.
Traga-Mundos, livros e vinhos, coisas e loisas do Douro.
Rua Miguel Bombarda, 24, 26 e 28, 5000-625 Vila Real.
Aberto de segunda a sábado, das 10h00 às 20h00.
Telefone 259 103 113.
Telemóvel 935 157 323.
Correio electrónico traga.mundos1@gmail.com
Próximos encontros
De Setembro de 2025 a Fevereiro de 2026, exposição de colecção de artes da livraria, pintura, desenho, fotografia, cianótipo e texto, na Livraria Traga-Mundos.
Dia 21 de Fevereiro de 2026, sábado, pelas 18h00, banca de livros em «A Vida Passa Lá Fora», com Carlos Tê à conversa com Fernando Alves, no Espaço Miguel Torga.
Dia 25 de Fevereiro de 2026, quarta-feira, pelas 21h00, «Benefícios do xadrez», encontro com o mestre Roman Chemerys, na Livraria Traga-Mundos.
Dia 5 de Março de 2026, quinta-feira, pelas 21h00, TL, tertúlia de leituras 93.
Dia 7 de Março de 2026, sábado, pelas 21h00, «Carvalhoski», apresentação de livro e performance poética por Juan Carballo, da Galiza.
Dia 18 de Março de 2026, quarta-feira, pelas 21h00, poesia por colectivo penêdo 35.
Num tempo de pressa e dispersão, persistem lugares onde a palavra ainda tem peso e raiz. Vila Real guarda esse lume. E quem acredita na força antiga da poesia sabe que não deve faltar.
Revista Repórter X / Repórter Editora

Comentários