Apresentação:
É com satisfação que a Revista Repórter X apresenta Artur Silva como correspondente na Amadora e Sintra. Apaixonado pela literatura e pela poesia, junta-se ao nosso projecto para dar voz à sua região, às suas gentes e às suas histórias.
Convidamos os nossos leitores a conhecerem um pouco do seu percurso através da biografia que se segue.
Biografia; Artur Silva, o homem e o escritor por detrás da escrita
Artur Silva nasceu em Lisboa, no dia 07-04-1969, mas viveu quase toda a sua vida na Amadora. É oriundo de uma família simples, constituída pelos seus pais e por uma irmã.
Desde sempre, e por influência de um tio, cultivou uma paixão pela escrita e pela literatura. Aos 12 anos participou num concurso de quadras populares na Brandoa, alcançando um honroso 3.º lugar.
Mas, naquela época, a falta de incentivos no concelho e a diferença de interesses por parte dos amigos levaram-no a descurar a escrita e a desistir de escrever.
Todavia, nunca perdeu o gosto pela literatura e, por essa razão, define-se como um leitor compulsivo.
Com o aparecimento das redes sociais, começou a interagir com vários poetas que por lá divulgavam os seus trabalhos, mas o bichinho da escrita estava ainda bem vivo e começou igualmente a fazer poemas, que divulgava numa página do Facebook que, entretanto, tinha aberto. Essa página denomina-se «Desabafos de uma Águia».
A página levou-o a ser convidado para uma entrevista na Rádio Popular FM, na rubrica «Amantes da Poesia e das Artes». Esta aparição na rádio catapultou-o para inúmeros eventos poéticos.
Durante a pandemia conheceu virtualmente Ruth Collaço, através do Grupo Literário Wise Winds, Ventos Sábios, onde participou em várias rubricas.
Foi colunista da já extinta revista digital «Repórter Sombra».
Participou em várias colectâneas de poesia, igualmente com Ruth Collaço e o Grupo Literário Wise Winds, Ventos Sábios, em vários eventos e colectâneas, das quais se destacam «Desafios… por aí» e «Contos de um Outono & Poemas de um qualquer amor».
Autor de contos e poemas, tem baseado a sua escrita no amor e na empatia. Fã incondicional de «O Principezinho», procura reger a sua vida pela mensagem que a obra evoca.
A sua jornada no universo profissional começou a desenhar-se aos dezasseis anos, entre os labirintos de caixas do armazém do Grupo Calçado Guimarães.
Contudo, aquele horizonte inicial rapidamente se expandiu. Em poucos meses, a sua dedicação conduziu-o ao dinamismo do espaço da loja e, decorridos dois anos, assumiu a liderança do balcão, uma responsabilidade que haveria de abraçar com mestria ao longo de vinte e quatro anos.
O contacto com o público nunca foi, para si, uma mera rotina laboral, mas sim uma vocação que lhe preenchia os dias e o realizava. Foi esse mesmo apego ao elemento humano que o levou a recusar o regresso à quietude do armazém, optando, corajosamente, por desbravar novos caminhos.
O reconhecimento do seu trajecto e a solidez do seu currículo abriram-lhe, então, as portas de um novo cenário: a gerência da ourivesaria «Espaço Joias», situada no Centro Comercial Vasco da Gama. Ali, entre o brilho das peças e o pulsar da cidade, liderou com distinção durante treze anos, até que, em Abril de 2026, as linhas do destino empresarial ditaram o encerramento da actividade.
Este vasto e rico percurso de uma vida inteira converteu-se numa preciosa bagagem existencial. Hoje, essa vivência transborda para as páginas que escreve, onde cada linha procura guardar a proximidade humana e a arte da empatia.

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