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sábado, 23 de maio de 2009

a nova CENSURA literária é feita pelos "jogos articulados" das grandes editoras

De que forma actuam as editoras relativamente àqueles que desejam editar e distribuir livros através destas?...Tendo em consideração que Portugal é um mercado relativamente pequeno no mundo e face à sua cada vez mais débil economia, o negócio da edição nem sempre é lucrativo। Por isso, neste momento, a tendência é para as pequenas editoras, (ex. da Ave Rara, Labirinto entre tantas), que normalmente publicavam um tipo de leitura mais artística, literária e alternativa, mais do tipo não comercial, falirem, (ou estão em maus lençóis por motivos de não ter a possibilidade de atingir objectivos de venda a nível nacional), e consigo levarem (ou não darem a conhecer) a hipótese dos pequenos autores, menos conhecidos, (ex. de Quelhas), conseguirem ver publicadas as suas obras। Por vezes, valores culturais literários em potencial perdem-se para sempre… http://inovalar.blogspot.com/ Mas a grande perdedora é a cultura portuguesa, (neste caso a Póvoa de Lanhoso). As grandes editoras, cada vez mais burocratas, oferecem lucros muito baixos para escritores em inicio de carreira, (quando estes fazem ou tem edições com edição de autor), sobrevalorizando apenas escritores comercialmente já bem colocados no mercado, jornalistas ou políticos (ou Carolina,s Salgado,s) de renome que garantam o sucesso da operação com retornos de investimento mais rápidos. Mas um novo perigo para os “pequenos escritores” surge desta estratégia: as ideias ou argumentos expostos à aprovação das editoras, são muitas vezes “vendidos” ou “transferidos” a escritores que exclusivamente se dedicam a “aproveitar” ideias de outros, sem esforço. Dados os meios que são colocados ao seu dispor, um livro “escrito” por estes, (tipo João Gonçalves) pode ser preparado em apenas semanas e editado ao fim de dois ou três meses sem esforço.A solução passa por os pequenos escritores registarem os direitos de autoria das suas obras antes de as exporem a alguma entidade pública ou privada, organizarem-se em associações, editarem os seus próprios livros (com o problema inerente à sua distribuição, fundamental no processo de êxito comercial) ou venderem as suas histórias às televisões o que apresenta o mesmo risco de plágio…). De outra forma torna-se muitas vezes impossível a edição de um livro entregue à aprovação de uma editora, processo que pode ser retardado propositadamente, até estar garantida a publicação da obra-plágio como autoria da editora. (por esse e outros motivos, Quelhas, não arrisca, prefere arranjar no mundo empresarial alguns colaboradores – Marketing – e ganhar uns trocos e fazer chegar as suas obras um pouco por todo o lado). Outras vezes ainda as editoras montam autênticas cabalas entre si, para evitar que determinado livro ou autor consiga publicar, por motivos políticos, filosóficos ou simplesmente…mafiosos… (mas, João Carlos, com suas edições de autor, vendeu e esgotou as suas obras literárias, “Inspiração do Compositor & O livro da criança). O mundo dos livros, cada vez mais na mão das grandes editoras, não deixa alternativa “política”, aos pequenos escritores, conotados histórica e ideologicamente com valores de “esquerda”… (caso de Quelhas, não acontecerá, por um lado, os seus livros foram bem aceites e, depois continuará com edição de autor, propostas, iguais ou idênticas aquelas que reza o texto, tem algumas, todas indecentes, “Terra das (Marias) da Fonte ou fontanário, história com histórias…” será eminente com edição de autor, a não ser haja uma edição ligada a um jornal e sem fins lucrativos!) Chegará novamente o dia em que voltamos a ver pilhas de livros serem queimados, como durante a Inquisição ou no III Reich? Adaptação

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