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sábado, 7 de agosto de 2010

8 Convivio Cultural e lançamento de livro: por Quelhas na Lanhoso TV

“Quelhas” João Carlos Veloso Gonçalves apresentou dia 7 de Agosto de 2010: Convívio Cultural e Lançamento do Livro: Terra das “Marias” da Fonte ou fontanário, histórias com histórias…, na sua terra Natal, no Teatro Clube da Póvoa de Lanhoso em Portugal. O Convívio Cultural teve como presença alguns Autodidactas, entre os quais, a Sr.ª Vereadora da Cultura Fátima Moreira, o Poeta e Autodidacta Domingos Ferreira e a ex. Apresentadora da Lanhoso TV Ritinha Caracoleta, Professores, Escritores, Artistas Plásticos, Escultores, Artesões, Músicos. Estiveram presentes e bem representados as telas da “Maria da Fonte” (ou das Marias da Fonte), artes plásticas, esculturas em madeira e barro, cestaria, utensílios em madeira, trabalhos manuais, restauração e a filigrana entre outros. Abrilhantaram este Evento Cultural as seguintes personagens culturais; José Maria, José Loureiro, Amaro Lopes, Manuel Fernandes, Domingos Ferreira, Anita Bastos Granja, Clara, Basílio Fernandes, Manuel Cunha, Paula Azevedo, Mafalda, João Azevedo, Lembr´arte pelo Pedro, Atelier do tempo por Ilda da Conceição e Ourivesaria Alfena, alguns trabalhos apresentados pela Associação de Turismo da Póvoa de Lanhoso (ATPL) com presença da Isabel. A festa do Lançamento do Livro de História, iniciou da melhor forma com o “Grupo Coral de Serzedelo” (Eu tive um sonho) que fez sonhar o autor mais uma vez… Seguiu-se pela voz da ex. Apresentadora da Lanhoso TV que preferiu dizer: “Bem-vindo ao Oitavo (8) Convívio Cultural do poeta/crítico/escritor/jornalista e repórter, “Quelhas“ este grande Homem! Depois leu o Prefácio do Livro da autoria da Historiadora Ana Sofia Pinto. A Senhora Vereadora da Cultura Interveio, e por lapso, só ficou no filme para a Lanhoso TV as primeiras palavras, no entanto mais adiante deu seu testemunho, a ler depois e a visualizar o filme no Blogue do autor. O Poeta e Artista Plástico em Robótica, prosseguiu com elogios ao “Quelhas” e elogiou o publico presente e proferiu: “Bem-vindos à Calorosa Assistência Cultural”. Falou da tese da “Maria da Fonte” e ainda do percurso do autor. Proferiu; “Já que somos muitos que temos o livro do autor” Pediu ao público para arranjar provas e contra provas e enviar para o autor para ele, quem sabe, fazer mais dois ou três livros sobre a Heroína. Ritinha Caracoleta, insiste no elogio ao “Quelhas” e diz que “a Póvoa de Lanhoso devia valorizar mais todos estes artistas” presentes no evento cultural e todos os outros. “É bom viver na Póvoa e por outro não” refere… Elogia a Sr.ª Vereadora como mulher tipo “Maria da Fonte”e lê um poema de autoria de “Quelhas” em Homenagem ao Poeta Domingos Ferreira. O autor “Quelhas”, mentor da festa deu seu testemunho perante os presentes, falou um pouco do livro e da sua pessoa, jornalística e cultural. Deu voz aos presentes sobre a tese da “Maria da Fonte” e foi bem lúcido e explicito quanto aquilo que escreveu… Fez dedicatórias no seu novo livro e ofereceu um livro a cada convidado de presente. A senhora Vereadora da Cultura voltou a ter a palavra, dizendo, “Eu como mulher tenho que dizer algumas coisas sobre a Maria da Fonte. Continuou dizendo que, como mulher, como povoense e curiosamente natural de Fontarcada, supostamente podia ser uma das terras que fosse originária a Maria da Fonte. Nunca teve nenhuma preocupação, quem foi a Maria da Fonte, se foi uma, se foram muitas. O que sentia, foi que, no Século XIX gente da Póvoa de Lanhoso, de uma terra pequena, um grupo liderado por mulheres criou um movimento que marcou a história de Portugal, onde os homens certamente participaram, que não ficaram indiferente às mulheres que vinham do poder central. Acrescenta; “Será que não falta no nosso sangue um bocado deste sentimento que vinha dos nossos antepassados”. Dizia ainda; Que a opinião do “Quelhas” estava ali presente no livro, agora aceitemos ou não “Uma coisa é certa, em MDCCCXLVI marcamos a história da nossa terra e deste nosso país”. Prossegue; O livro do “Quelhas”, se não der para tirarmos conclusões, que sirva pelo menos para despertar a história da Póvoa de Lanhoso, despertarmos nos nossos filhos o valor que temos e falarmos da nossa terra e da nossa Heroína. Em todas as leituras, discussões e ideias houve “Palmas” para os intervenientes, pela Cultura e pelo livro que veio revolucionar a “Póvoa de Lanhoso” e desafiar outros autores a seguir o exemplo do Autor “Quelhas” e quem sabe dar dados mais concretos, porque o autor julga que, mesmo deixando tudo em aberto, não crê que haja quem dei-a um fim a esta história por falta de apontamentos escritos, quer a nível de história, assentos de nascimento, baptismo, matrimoniais e de óbito sobre a Heroína “Maria da Fonte”

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