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domingo, 28 de junho de 2009

O Autodidacta, Jorge Campos, ainda está na exposição produzida pelo “Museu da Presidência da República”

Quelhas; com entrevista ao mundo artístico, intlectual e social na Suíça
Biografia: Jorge Campos Campos da Silva Jorge Manuel, nascido em Portugal a 19 de Maio de 1974. País onde estudou e viveu até aos 17 anos de idade, sito na freguesia de Frades do Concelho de Póvoa de Lanhoso. Em 1991 emigrou para a Suiça, cidade de Zurique, onde reside. Têm como profissão, auxiliar analista clínico. O Jorge tem o previlegio de dominares algumas linguas, dado que se entrega à comunidade onde vive. A arte sempre o fascinou, por isso sempre procurou canalizar as suas energias e os seus “sonhos” para todas as expressões artísticas. O Autodidacta Jorge Campos, está a dar continuidade, juntamente com outros escultores, desde a inauguração no dia 10 de Junho, dia de Portugal, de Camões e das Comunidades, em Viana do Castelo, numa exposição produzida pelo “Museu da Presidência da República”, A exposição, desde então tem tido muita aderência, já por lá passaram mais de 30।000 visitantes, a continuidade em Viana deve-se ao êxito que perdura. Na altura teve como presença os convidados de honra, Ex. mos Senhores; Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso (Manuel Batista), e Vereadora (Fátima Moreira), o inspirador “Quelhas”, e dois amigos vindos de Espanha, e o nosso Presidente da República, “Cavaco Silva”, este, que pretende reunir artistas portugueses ou luso-descendentes actualmente a viver no estrangeiro. Seguidamente, Jorge, irá estar em várias exposições D; Arte, seguido a Viana, nomeadamente, no “Museu da Presidência da República, no Palácio Nacional de Belém.”
Introdução: As suas criações de arte, como os seus candieiros, exemplo: peças artísticas em pedra, torno de prensa em madeira, metais e um pouco de tudo, que de velho, se dá “vida à vida”, para além dos quadros em téla। Tudo isto são frutos espontãneos e momentos vivos e vividos na sua vida, e estadias em cidades onde têm passado, e paises que vesitou... Nenhuma obra è igual à anterior, todas têm um significado próprio। Para o Jorge Campos, justifica o momento que o inspirou. Não só neste ponto de vista, tambêm um dos motivos da criação destas peças únicas, são de facto o máximo aproveitamento de peças condenadas e dar-lhe uma nova identidade! “Restos de materiais ou materiais já não utilizados e a ponto de serem reciclados” Uma vez que todas elas deixaram de ter utilidade à primeira vista. Jorge Campos procura nelas uma conjunçäo entre “Arte” e “Design”. Tenta entre o aproveitamento antigo, fazer obras contemporãneas, com um estilo jovem e com uma utilidade, tendo uma peça de decoração única e diferente. Enfim o lucido aproveitamento de utilização e de ideias!
Água e luz: simboliza “a Reencarnação”. Todas estas obras são um pouco a vida do artista... Entregou-as aos seus “sonhos” e são este mesmos “sonhos” que preenchem grande parte da sua vida… Para o Jorge Campos é gratificante que as gentes da sua raça apreciem as suas obras D, Arte, pela cultura e deem-lhe mais valor, que o próprio valor e sonhos... Faço das palavras do Jorge as minhas palavras…
"Quelhas"

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