Para que não hajam aproveitamentos partidários divergentes, nem de uns, nem de outros, esclareço o teor das minhas afirmações, na íntegra explicativa, compreendendo a necessidade da comunicação social, em sintetizar as declarações de outros, por economia de espaço, mas acabando por fazer uma mera selecção das palavras, que podem produzir interpretações para todos os gostos!
Corrigindo, foi dito por mim que, em qualquer Partido, que esteja no Poder executivo público, é difícil construir alternativas internas de liderança, pois mesmo que a maioria dos militantes esteja descontente com o grupo detentor do Poder, como me confessaram estar na Póvoa de Lanhoso, não querem dar a cara por essas alternativas diferentes, pois que uns estão a "comer" do que é oferecido pelos que têm o poder público e outros pretendem vir a "comer" também, pois que a crise económica tem criado muitas dependências e até impedido militantes do pagamento de quotas, retirando-lhes poder de voto ou de candidatura! O descontentamento geral dos militantes prende-se com discordarem da atitude do actual Presidente da Câmara e do grupo que o sustenta, pelo que à liderança compete interpretar melhor o que é a democracia e sobretudo o significado da social democracia, para que não caiam no erro de todos os Partidos, de impor vontades particulares, sem se submeterem à vontade e voto geral das Assembleias, nomeadamente quando querem candidatar-se ao Poder!
Isto acontece com o PSD, como já aconteceu com o PS, quando foi poder municipal! E portanto, a escolha é sempre feita pelos eleitores, sobretudo fora do Partido, quando forem chamados, no caso, a novas eleições autárquicas!
É o ciclo normal da vida política, em que eu me candidatava para perder, neste momento!
Que acabei por não ir a votos, por não haver base assumida de apoio, necessária para subscrever e registar com outros nomes e assinaturas em papel, apoios à minha lista e por ter sido alterada a intenção de candidatura por parte de outros concorrentes!
Portanto, o difícil, para qualquer redactor, é conseguir resumir o que é dito por terceiros, sem alterar o sentido do que foi relatado, em pormenor!
A declaração precisa de Macedo de Barros!
Eu, “Quelhas”, fui o 1° emigrante na história de Portugal, pré-candidato às eleições presidenciais. As televisões, rádios e jornais são quem faz a outra metade da vitória de um candidato e é por esse motivo que ganham quase sempre os presidentes encostados aos partidos do poder, e esta mentalidade tem de mudar. Todo o candidato tem de ser tratado por igual, pois a minha confiança é captar a atenção de todos os emigrantes e residentes em Portugal e combater a abstenção, logo serei um vencedor.
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